O NOVO REINADO


25/02/2009


O caminho de Bruno e o meu caminho

Bruno chegou a Deitabo, primeira civilização que conheceu em Tedawer Lorcb.

Antes disso, já enfrentou alguns perigos e dificuldades. Neste lugar vai conhecer gente nova, adquirir habilidades e começar a compreender seu papel em toda aquela história.

Da mesma forma está eu: cheguei nesse mesmo lugar depois de algumas dificuldades, as mesmas que encontro para atualizar esse blog. Geralmente dou atenção a outro que tenho mais leitores. Ainda outro mais recente, tenho mais leitores que esse. Não por isso passei a querer menos bem esse aqui, até porque o mais badalado dos meus três blogs leva o nome das histórias que conto neste. Mas diante da imensidão de tarefas a serem feitas, dou preferência para aquelas que tem mais prestígio... Afinal, o que seria da Globo se desse mais atenção ao Globo Ciência do que a novela das 8 ou o Jornal Nacional?

Deixando comparações de lado, vou atualizando aqui sempre na promessa de fazer passagens mais frequentes. Da mesma forma, dou vida ao quarto capítulo de Em Busca do Reinado aos poucos, como lentos eram os passos de Bruno e Osnegrion rumo a Deitabo depois de perderem seus cavalos.

Conforme as novidades vão surgindo, vou explicando por aqui. De momento, não creio que houve muitas coisas novas a serem esclarecidas, até porque reinos, castelos e fortalezas são do conhecimento de todo mundo. Talvez o próximo post mereça uma explicação sobre os uóles, criaturas que estou esperando um fiel amigo e leitor desse blog desenhar. Se por acaso alguém tiver interesse nos reinos, castelos e fortalezas específicos (ou especificamente) de Deitabo, dá um toque que reservo um espaço para isso.

Enquanto isso vou misturando minhas inspirações com os lugares que conheço e gosto. Minhas viagens de fim de ano foram ótimas para isso: Imaruí/SC, na casa da minha avó, Braço Esquerdo - Rio Natal, em São Bento do Sul/SC, tudo viraram cenários dessa longa história.

Para quem interessar, hoje é dia 25/02/2009, estou no quarto capítulo da história, com 37 folhas de Word preenchidas com fonte Times New Roman tamanho onze. Tem muita jornada pela frente ainda!...

Escrito por Juliano Reinert às 00h32
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08/11/2008


Decisões e divagações

Há algum tempo que não passo por aqui, mas não deixo de ter um carinho especial por esse espaço. É nele que, prometo, a partir de agora vou começar a relatar meu "diário de bordo" para as coisas que escrevo.

Finalmente comecei a escrever "Em Busca do Reinado", a história central de toda essa fantasia que estou criando. Eu estava empenhado nas revisões de "Quando a Vida não Perdoa", mas a ansiedade em colocar toda aquela fantasia da mente pra fora não pôde esperar! Fui obrigado a iniciar e a cada dia que escrevo, a cada parágrafo, nasce uma empolgação incrível e muito interessante que me enche de motivação para escrever.

Além disso, o caminho para meu trabalho (o real, o dia-a-dia, o trampo, tranco, etc.) é cercado pela mata atlântica. Fica ao pé de um morro de reserva ambiental no meio da cidade: o Morro do Boa Vista. As árvores e a tranqüilidade do local, as trilhas no meio da mata, geralmente são caminhos que eu faço para ganhar inspirações e passar tudo isso para o mundo que estou criando. Prezo pela natureza e prentendo colocar tudo o que minha estética diz ser belo, como paisagem dessa história. Observar a mata, portanto, é atividade primordial para conseguir fazer isso.

Algumas decisões que tomei e cheguei a publicar nesse espaço, porém, nem sempre condizem com o que relamente vou mostrar na história. No último post, falei da idéia das fadas e niélos e suas características. Nunca pensei em fazê-los com asas, mas uma asa imperceptível não seria nada mau... A verdade é que ainda não me decidi sobre isso. Talvez vá decidir somente na hora de escrever o capítulo referindo-se a esses seres. Nesse momento, a idéia de asas nesses personagens não me agrada. Vamos ver. Aqui é o espaço para contradições, divagações. A história, daqui a algum tempo, quem quiser terá. Até lá, então... Ou melhor: até o próximo post!

Escrito por Juliano Reinert às 12h49
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17/07/2008


Fadas e Niélos

Não foi fácil tomar essa decisão: colocar fadas na história. Bem, mas como vocês podem perceber ao lado delas vêm seres chamados "niélos", invenção minha. Portanto, as fadas aqui relatadas nada têm a ver com aquelas que conhecemos nas diversas histórias infantis. É certo, porém, que falar em "fada" nos remete a infantilidade, mas é preciso conhecê-las nessa história, saber como elas vão agir e como são seus relacionamentos.

Esses seres (fadas e niélos) são criaturas que detêm uma sabedoria sem igual. O preço pago por tamanha sabedoria e pelo poder que detém é a imortalidade. A Fortaleza Iluminada, lugar onde habitam, recebe esse nome por ser um castelo de várias torres pontiagudas em dimensões incríveis de altura. Seus picos alcançam as nuvens e desde seus muros fortes e impenetráveis até o ponto mais alto, uma luz azul turquesa envolve as pedras indestrutíveis que formam as paredes da fortaleza.

As fadas, criaturas poderosas e bondosas, olhos azuis e cabelos louros cacheados, orelhas pontudas e vestes leves de seda pura que estendem-se graciosamente pelos seus corpos imaculados e belos. Possuem asas quase que invisíveis e raramente as usam. Possuem voz doce e zelam pela paz lutando ao máximo para resolverem seus conflitos sem guerra.

Pensam do mesmo jeito os niélos, a forma masculina das fadas. Ao contrário da doçura delas, estes emanam coragem e força, mas apresentam-se da mesma forma; vestes pouco próprias para luta: longos de seda e sem armas, justamente pelo modo de vida dessas criaturas. Também louros de cabelos cacheados, olhos azuis e orelhas pontudas. Também têm as mesmas asas imperceptíveis das fêmeas.

 

Apesar de não lutarem e demonstrarem em seu modo de vida que são contra a violência, os niélos guardam em uma sala da fortaleza um arcenal de armas precisas e poderosas capazes de serem usadas numa guerra para garantirem a vitória pelo cuidado e poder que podem sair dessas peças. O poder de luta, embora escondido e desconhecido, é infalível. Niélos são rápidos e inteligentes e possuem características de visão, audição e destreza inconcebíveis a um humano.

Eles não têm contato com homens. Na verdade, o único ser fora da sua tribo a quem têm contato é o velho, esquisito, misterioso e caduco Osnegrion. Mas essas criaturas vão desempenhar um papel muito importante nos acontecimentos sinistros que rondam Tedawer Lorcb por esses tempos, após a volta daquele que guarda o poder dos magos.

Escrito por Juliano Reinert às 01h36
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23/05/2008


Dragões

Seres terríveis, assassinos, destruidores e imenuradamente fortes. Porém, ninguém em Tedawer Lorcb acredita na existência deles.

Cogita-se a possibilidade (em algumas aldeias) sobre a veracidade das histórias envolvendo dragões, por pessoas que conhecem a Floresta de Budéu e lá ouviram ou até mesmo julgaram ter visto algo estranho, pavoroso, inexplicável. Mas admite-se, ninguém nunca viu um de fato. Um velho chamado Osnegrion, tido como maluco nas redondezas, porém, defende a existência dessas criaturas demoníacas, segundo ele, destruidores e altamente poderosas. Mas ninguém lhe dá ouvidos, pois esse mesmo Osnegrion sustenta histórias tidas como paranóicas pelo povo, como a existência de seres mágicos e de uma outra dimensão no espectro do universo.

Mas a verdade é que essas criaturas de fato existem em TL e que ninguém as viu é verdade. Os dragões vivem na maior montanha de TL: A Montanha dos Seis Picos. Recebe esse nome exatamente por ter seis picos: três à esquerda, um maior que o outro em ordem crescente, um ao centro, maior de todos e dois à direita um menor que o outro e por sua vez menores que os da esquerda. A dimensão da montanha é incrível, tanto pela altura que parece alcançar o mais alto dos céus quanto pelo espaço que ocupa, se estendendo quase por inteiro pela Floresta de Budéu. Dentro dela existem salões enormes esculpidos naturalmente e uma passagem gigantesca subterrânea para a Cordilheira de Montanhas do Oeste. Dentro dessa montanha e por essas cavernas é que habitam os dragões. O modo de vida deles é desconhecido, embora acredita-se que eles usem a passagem subterrânea para chegar às Cordilheiras à oeste e lá caçarem os animais que habitam aquelas paragens para tirar o sustento. Vivem, aparentemente em harmonia entre si, pois não ouve-se a fúria deles.

Osnegrion costuma contar que eles não sentem vontade de sair da escuridão onde vivem. Só viajam até as Cordilheiras porque é perto da Escuridão Profunda e eles gostam do escuro. Só sentirão o desejo de sair de dentro da Montanha dos Seis Picos se alguém for perturbá-los. Mas que ninguém queira fazer isso! A força dos dragões não é medida ou imaginada por nada que se possa existir. Incalculável e está fora dos limites humanos a fúria e a força que um monstro desse pode mostrar. Eles têm sede de destruição e derrotar um dragão é uma tarefa quase impossível, apenas para não dizer que é impossível.

Seu ponto fraco fica no início do pescoço, lugar onde fica o coração e de onde acontece a reação química para produzir o fogo que sai de suas bocas enormes. Ali apenas uma camada de pele sem carne nem tecido nenhum protege o coração e se torna o único ponto frágil diante da velocidade, da destreza, da força, do poder mágico e de fogo, do vôo ameaçador, do vento incontrolável que vem de suas asas e do seu couro mais duro que qualquer outra coisa existente na face da Terra. Porém é um lugar muito pequeno e de difícil alcance. Dragões não ficam parados e acertar uma flecha nesse local é sem dúvida apenas por pura sorte. Chegar perto, nem pensar! Um dragão sente movimentos próximos. Nenhum sentido seu é falho: a visão é a melhor dentre todas as criaturas, assim como a audição e o olfato. Apenas seu tato não é sensível e isso é ruim, pois ele precisa exercer força para saber o que e no que está encostando. Geralmente tudo que eles destróem não sentem, justamente pelo seu tato sem sensibilidade e seu couro indestrutível, mas quando chegam a sentir o que tocam e o que destróem a ruína é irrecuperável.

Escrito por Juliano Reinert às 11h43
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11/05/2008


Retomando a linha de raciocínio

Só pra relembrar aos esquecidos e avisar aos novos: um post bem explicativo. Este blog trata de um conjunto de histórias chamado "O Novo Reinado" de minha autoria. Essa série de histórias (diferentes entre si em vários aspectos) se ligam uma na outra por alguns acontecimentos. Pra ficar mais claro, são histórias de pessoas comuns que vivem seus conflitos, mas que em certa altura da vida acabam parando em uma terra perdida, fora do mapa, fora da nossa dimensão. Essa é uma terra que sofreu uma maldição, conforme explica-se nesse post e por isso ficou abandonada. Então a missão das pessoas que moram lá ou por algum motivo foram parar lá é unicamente dirimir os coflitos entre os decendentes dos reis. Por isso de se chamar "O Novo Reinado". Uma terra sem rei, que além de precisar de um por conta da sua situação social e econômica, vive em guerra com os dois grupos defensores dos dois possíveis herdeiros ao trono.

 

Se você quer ainda mais esmiuçado as coisas,tem que sair caçando por aí. Por hora era só pra situar todo mundo.

 

Mas pra dar uma certa regalia, deixo uns links com posts-chave para a compreensão de tudo. Dúvidas é só postar! Segue a ordem cronológica de todas as histórias. Ainda tem o livro de maior ligação com os fatos principais ("Em Busca do Reinado", história central). Depois tem uma que parece meio deslocada, mas ao final todos vão saber a importância dela. Tem a primeira, meu filho primogênito, e outra que é uma das histórias melhores, de todas que já tenho escritas, na minha opinião.

Bem, ficaram os endereços para o início das viagens. Aproveitem como melhor aprouver e na dúvida, perguntem! 

Escrito por Juliano Reinert às 17h30
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27/04/2008


O Rio Coroa

Continuemos a falar sobre Tedawer Lorcb. Todos esses seres, rios, mares, montanhas, paisagens e criaturas que serão apresentados aqui serão muito importantes para a narração de Em Busca do Reinado.

A ultima postagem falou dos leninescos - criaturas que habitam no mais profundo da Floresta de Budéu e vivem também às margens do Rio Coroa. Este serve de alimento e habitat da maioria dos seres da Floresta. Leva esse nome pelas lembranças Reais da sua nascente: o Penhasco do Rei. Lá existe uma confluência de águas dos rios Zanoa e Dibon. Dentro do Penhasco eles penetram fundo na terra e surgem em outra nascente no lado de fora do Penhasco. Assim surge o Rio Coroa: não o maior, mas o de maior volume de água de TL.

Logo depois da nascente, ele já ganha grande dimensão, até mesmo por ser fruto de dois outros rios e despenca num vale onde fica a Floresta de Budéu. Essa queda forma uma cascata de 100 metros de altura e quando se choca com o rio lá em baixo forma uma névoa azul incrivelmente bela. Porém, como essa névoa adentra na Floresta, ela a torna um lugar ainda mais fantasmagórico.

Em baixo da cascata forma-se um lago de 300 metros de diâmetro e cercado por vários tipos de pedras de vários tipos e cores. Adiante, começa sua "caminhada" por TL correndo a uma largura de apenas cinco metros, aproximadamente, até atingir, em alguns pontos, uma distância de 250 metros entre as praias.

Na maioria do seu percurso é escondido pela Floresta de Budéu, depois, segue adiante com uma beleza estonteante sendo margeado por belas flores de espécies desconhecidas e de cores e tipos variados sobre um campo verde de grama fina e altos sombreiros que se espalham sobre o pasto.

Nos seus quilômetros finais, o Rio Exuks, o Rio Negro, encontra-se com ele. Esse rio nasce numa terra escura e abandonada a partir de poças de lama negra que formam um pântano e depois ganham volume de água suficiente para formar um rio. Ele só não contamina as águas do Coroa porque em certa altura ele choca-se com o Rio das Montanhas que nasce nas montanhas à oeste de TL e ali acontece um encontro mortal e terrível de muito barulho e agito das águas. Desconhece-se uma explicação para esse fenômeno até mesmo porque acredita-se que a Terra Negra só leva esse nome por ser uma terra escura, onde a luz não alcança, ao contrário das lendas de assombro que muitos sustentam.

Por fim, o Coroa desemboca no Mar Azul numa profusão de cores e força belíssima no encontro da água doce com a água salgada do mar. Tem no total 513 quilômetros de extensão e tem, em alguns pontos, uma distância de 28,5km de uma margem a outra. Sua grande característica é ser muito profundo na margem (pontos de até 700 metros) e raso no centro (0,50 metros).

Nas profundezas da margem, encontram-se corais das mais diversas cores e uma luz de origem desconhecida azul-celeste que ilumina os altos picos subterrâneos cobertos por uma vegetação encantadora.  

 

Escrito por Juliano Reinert às 12h09
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06/04/2008


Leninescos

Vamos falar agora das criaturas de Tedawer Lorcb. Como eu por muitas vezes já disse aqui, Tedawer Lorcb era um pedaço da Terra na época medieval, mas não na europa. Quando foi lançada a maldição sobre aquelas terras, coisas estranhas aconteceram e criaturas desconhecidas e outras lendárias surgiram na floresta mais temida depois da maldição: a Floresta de Budéu.

Vamos aqui, a partir de agora, conhecer um pouco mais das criaturas que se escondem nessa misteriosa e perigosa floresta.

 

Conta-se que nos lugares mais escuros e sombrios da Floresta de Budéu habitam criaturas chamadas "leninescos". Têm bela aparência mas escondem a maldade e a perversidade próprias de si. São traiçoeiros e enganadores por natureza, portanto, a sua maldade não é oriunda de nenhum ser superior.

As leninescas - todas elas - medem por volta de 1,78m e possuem corpo escultural de medidas milimetricamente perfeitas. Tem cabelos longos, negros e ondulados e boca vermelha e carnuda. Têm um ar de feminismo e delicadeza, voz doce e suave, sorriso perfeito e um brilho no olhar. Porém são elas as que mais atacam de forma perversa. O seu corpo é coberto por uma veste preta, mas quando atacam, essa veste transforma-se em asas longas e negras, desnudando seus belos corpos mas trazendo lado a lado sentimentos de prazer e terror. Isso faz imobilizar a presa. Os dentes, outrora belos, transformam-se e crescem dois caninos assassinos. O que elas fazem se desconhece, mas acredita-se que agem dom espírito de vampiras e ninfomaníacas. O que tem-se certeza é que o encontro com uma leninesca é fatal.

 

Ouvir leninescos conversarem aterroriza, traz um pavor inexplicável, mesmo sendo vozes belas.

O fato de leninescas atacarem seguia um raciocínio lógico: raramente donzelas se aventuravam em embrenhar-se muito profundo na floresta. Era mais típico dos homens fazerem isso. Conseqüentemente, eram as leninescas que entravam em ação e atacavam. Os machos, com o tempo, ficaram mais reservados e por atacarem poucas vezes, tornaram-se mais cruéis e impiedosos.

Seus corpos são vulneráveis a ataques de espada, faca ou flecha pois são expostos. Porém sua destreza, rapidez e agilidade está além da capacidade de qualquer outro ser vivo que se conheça e ainda suas asas servem como escudo, são mais duras que couro de dragão.

Os leninescos não andam nus como as leninescas, quando de asas abertas. Eles vestem uma espécie de "fitas" pretas presas umas nas outras, formando quase que uma "saia". Essas "fitas" são feitas de asas de leninescos mortos. Um macho mede em torno de 1,90m, também tem olhos verdes, sorriso brilhante de dentes perfeitos e um corpo forte e definido.

Eles andam em bandos, nunca sozinhos. São companheiros mas não se tem nenhum sentimento fraternal entre eles. Não se dá a vida por outro leninesco e eles não se enfurecem com quem mata um. Pelo contrário, até alimentam-se da carne do outro (quando algum morre, eles não brigam entre si).

Não existe acasalamento. O macho ao atacar tomando o sangue da vítima fica apenas mais forte e sua vida é prolongada. A fêmea, ao tomar sangue humano, fica "grávida" e depois de 6 semanas concebe três filhotes que tomam forma adulta logo no primeiro ano. Quando elas atacam homens nasce um macho e duas fêmeas. Quando ataca-se uma mulher (raro) nascem três fêmeas..

A vida dos leninescos é incrivelmente longa. Uma fêmea pode chegar a 900 anos e o macho 750, porém a cada vítima de um leninesco, ele ganha mais alguns anos de vida de acordo com a vitalidade da presa. Isso pode variar de 30 a 200 anos de acréscimo por vítima.

Leninescos gostam de lugares escuros e têm hábitos de vida noturnos e com pouco ou nenhum diálogo entre si. Vivem no silênio e quando demora para aparecer algum humano, alimentam-se de animais que não lhes trazem nenhum benefício além de saciar a fome.

 

Dúvidas, comentários? O espaço agora é seu!

Escrito por Juliano Reinert às 22h33
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30/03/2008


Perigos nas semelhanças

Quando a gente escreve fantasia, praticamente tudo tem que sair da imaginação, da criatividade, da capacidade de inventar coisas. Para que isso aconteça devemos definir diretrizes que nos guiem e ajudem a não sair da linha, digamos assim. Por que por mais que a história seja alguma coisa inexistente e puramente fruto de uma mente cheia de caraminholas, elas devem ter, no mínimo, fundamento e serem de alguma forma convicentes, ou ao menos, bem elaboradas.

Diante disso, e deparando-se com a falta e dificuldade de expressar aqui o que vai se contar nas histórias, eu vou revelar a vocês em que eu me inspirei e de onde eu estou tirando os nomes, lugares, mapas e objetos usados nas histórias. Pode até ser uma viagem além da viagem de minha parte, mas se eu não contasse vocês nem se dariam conta do ridículo. E além do mais, eu fico imaginando a curiosidade que as pessoas possivelmente podem ter depois que ler a minha história.

 

Em primeiro lugar, o porquê de escrever uma fantasia? Eu comecei a me interessar por esse tipo de literatura desde quando eu conheci O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien. Depois li Harry Potter de J. K. Rowling e cada vez mais livros e filmes com essa temática me chamam a atenção. Daí comecei a perceber o tamanho da facilidade que eu teria para criar algo desse tipo já que eu tenho uma imaginação muito fértil e invento demais. Adoro coisas mágicas, com magos e sou apaixonado por descrever personagens e contar a força e o poder deles. Eu tenho uma vontade imensa de apresentar um personagem que seja mais mau que todos os que já foram criados em toda a história da humanidade. Da mesma forma, ele terá que ser mais forte e poderoso que qualquer criatura existente ou imaginada na face da Terra. E para dar asas a essa imaginação o único lugar que me abriria espaço seria a fantasia.

A partir daí fui criando muita coisa e para dar vida a essa vontade de criar coisas novas e fantásticas usei de vários elementos. Desde experiência pessoais até - e principalmente - a coisas, lugares e pessoas que fazem ou fizeram parte da minha vida e eu tenho muitas lembranças boas.

Assim, posso citar que lugares como Imaruí/SC, o parque Beto Carrero World, a minha cidade: Joinville/SC e paisagens que seja em que lugar eu as veja me inspiraram para criar a geografia e definir as características das terras que tudo vai se passar. Além das imagens de filmes Western e Medievais.

Os personagens, na maioria lembram pessoas queridas e importantes para mim. Outros são só nomes criados a partir de trocadilhos, ou criações que eu acho que, embora nem todos bonitos, soam bem com o clima da história.

E existem ainda detalhes como os diamantes que eu não citei ainda aqui, mas que remetem simplesmente ao meu chocolate preferido: Diamante Negro... pode? Que autor que ia usar isso? Bem, eu usei e até tô com vontade de rir por contar isso. Mas, enfim, continuemos.

Eu ainda quero pôr aranhas na história. Não porque eu gosto delas, muito pelo contrário! Quero traduzir nas aranhas de minha criação todo o pavor que eu tenho dessas criaturas. Mas aqui entra o motivo do título que dei a esse post: lá no início eu revelo que eu comecei a gostar de fantasia a partir de um dos dois maiores autores de fantasia que eu conheço e ambos tem aranhas em suas histórias. Da mesma forma, um deles também conta algo de jóias iluminadas e embora a diferença com meus diamantes seja estrondosa, eu tenho muito medo de comparações e aquela velha história de falta de criatividade ou plágio, cópia e sei lá mais o quê.

Diante de tudo isso quero desde já deixar bem claro: não é porque eu não sou famoso, não sou inglês nem tenho dinheiro que não tenho originalidade. Não que eu tenha muita, mas ao menos uma coisa eu me garanto: cópia, não!

Escrito por Juliano Reinert às 13h56
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23/03/2008


O Prólogo II

Continuação...

Meses depois, um relato parecido foi ouvido em Southampton, na Inglaterra. Dessa vez, uma menina de 15 anos desapareceu. Os pais se mataram depois de contar para muita gente que a menina entrou no caule de uma grande árvore. Todos, unanimemente os consideraram loucos. Pensaram em linchá-los, mas quando chegaram na casa do casal, eles estavam mortos com facas na mão. Tinham se suicidado, provavelmente por sofrimento de perder a filha. Ou arrependimento por tê-la matado? Ou quem sabe por serem loucos mesmo? Misteriosamente, o corpo da menina também nunca foi encontrado.

Anos mais tarde, em 1998, em Albuquerque, nos Estados Unidos, houve o registro de um desaparecimento. Um garoto de 18 anos atravessou uma vidraça e não apareceu do outro lado. O vidro não quebrou. Alguns nem viram nada. O relato só veio à tona quando os pais do rapaz começaram a procurá-lo. Fotos foram espalhadas pela cidade e algumas pessoas confessaram que reconheciam o garoto. Quem disse isso, muitos deles, relataram para os pais o desaparecimento. Quem contou essa história teve que pagar um processo desconfortável pois os pais que se sentiram moralmente abalados por gente que não entendia seu sofrimento e ficavam inventando histórias.

Naquele ano, 45 desaparecimentos com as mesmas características aconteceram nos EUA. Vinte e oito pais sentiram falta dos filhos no Reino Unido. Dezenove no Japão. Quatorze na Argentina. Os casos estavam sendo abafados, ninguém sabia dar explicações.

O que pensar, então? Acreditar nesses policiais? Não é possível que tantas pessoas tenham relatos parecidos em diferentes lugares do mundo! Mas dizer o que é, também não se sabe. John não parecia louco! Até onde se sabe, ele era um excelente pai para seu filho único. Amava-o demais. Sua esposa, falecida, sempre elogiava o marido. Dizia que Deus tinha feito ele e jogado a forma fora, pois era um homem muito atencioso, gentil, criativo e educado. Isso é o mais intrigante. Porque a loucura repentina?

Em 1999, mais desaparecimentos. Dessa vez na Rússia, Alemanha, Itália, França, Angola, Nova Zelândia e no Canadá. As características eram as mesmas das histórias de três anos atrás.

Nesse mesmo ano, algo assim aconteceu no Brasil. O sumisso foi sentido em 1999, mas as investigações levam a crer que há alguns anos o destino, ou sabe-se lá o quê, vinha preparando tudo isso.

 

Sobre o novo reinado

 

O que tudo isso tem a ver com o novo reinado e a libertação que foram faladas lá em cima, no início do texto? Pois bem. Um homem chamado Osnegrion, um velho escritor que mora na Itália, nascido no México e crescido na Grécia guarda livros de folhas antigas e amareladas, corroídas pelo tempo e com aparência muito antiga. Nesses livros encontram-se profecias, entre as quais falam da 3ª era da Terra e a conquista do novo reinado. Nada é muito claro. Quem conhece o velho Osnegrion julga que ele é muito influenciado pelas culturas dos lugares em que viveu e escreve coisas fantasiosas guardando-as por muito tempo. Para convencer de que é verdade ele guarda tudo numa gaveta cheia de grilos que envelhecem o papel. Não se sabe o que é verdade e o que não é em toda essa história. O conhecimento da profecia e se ela tem a ver com tudo o que tem acontecido de fantástico no mundo também não está, no momento ao alcance. Mas na hora certa saberemos, na hora que Osnegrion quiser revelar sua identidade.

 

Escrito por Juliano Reinert às 18h51
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17/03/2008


O Prólogo I

A história do novo reinado é formada por outras histórias bem intrigantes, onde coisas inexplicáveis acontecem e afetam vidas, sociedades, famílias. Passam por ela diversas pessoas, situações que mexem com o mundo de formas diferentes. Em diferentes lugares do mundo, várias pessoas começavam a viver de forma que a libertação de um povo distante estivesse mais próximo. Ninguém sabia de nada. Ninguém conhecia ninguém que estava envolvido em outra parte do mundo com essa maluquice toda, mas aconteceu e aqui está relatado para que ninguém duvide disso.

Muitas coisas são inexplicáveis, ou são difíceis de explicar. Talvez o simples contador de toda essa história não saiba relatar tudo o que se esconde através dos mistérios desse mundo paralelo à espera de libertação. Será preciso aguardar, analisar a fala de cada personagem. Cada um trará um conhecimento diferente. Talvez, de tudo o que se está dizendo aqui, não esteja claro. Há uma obscuridade, um pensamento de que tudo é fantasia e sem nexo, mas no decorrer dos acontecimentos é perceptível que não. É tudo maior do que qualquer um possa imaginar.

A história do novo reinado é a história da nova era da Terra. Quem disse isso? Não se sabe agora. Há quem seja mais sábio em todos esses relatos. Ele responderá melhor, mas não agora. O que interessa é como tudo isso aconteceu. Quem estava envolvido.

O que se pode afirmar é que os sinais do cumprimento da profecia se deram pela primeira vez em 1996, em Bloemfontein, na África do Sul. Um jovem rapaz de 21 anos chamado Ronald Norkeullient desapareceu. Seu pai, John Norkeullient, já viúvo, disse que o filho tinha sumido numa parede, como se a atravessasse. Num julgamento, o pai do rapaz foi acusado de ter matado o próprio filho e ter escondido o corpo, já que a polícia da cidade não conseguiu encontrar o cadáver. A pena só não foi maior porque John passou por exames psiquiátricos e ficou constatado que ele tinha problemas mentais e por isso teria matado o filho.

Um psicólogo, ao conversar com o acusado, não viu mentira em seus olhos. “Ele não mentiu em nenhum momento. Ou ele é um assassino muito frio, ou está dominado pela loucura. A verdade brilhava em seus olhos, não há explicação para isso!”, admirou-se o psicólogo.

O estranho é que em nenhum momento isso foi contestado. A busca pelo corpo do jovem foi esquecida e nunca se soube se foi achado. O velho também nunca saiu do sanatório. Os funcionários que cuidavam dele diziam que ele não era perigoso. Costumava, pelo contrário, ser muito cortêz e educado. Chorava a morte do filho e desabafava normalmente com todo mundo reclamando de injustiça. Mas quando questionado não contava outra história.

Restou o pensamento, em todos, então, que ele era realmente um perigoso assassino, bom ator e que contava tudo aquilo muito convincentemente para que todos acreditassem na sua história absurda. A justiça não quis tirá-lo do sanatório. Continuavam a afirmar que o problema dele era mental. Com medo de um assassinato na calada da noite, já que tudo podia se esperar de alguém como aquele homem, começaram a aumentar as doses de remédio e diminuir a comida. Não demorou muito, John Norkeullient morreu.

Continua...

Escrito por Juliano Reinert às 15h17
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09/03/2008


Música para "Minha Vida em tuas mãos"

Voltando ao antigo template então... seja lá o que for, o que importa é o que está no coração.

 

"Minha Vida em Tuas Mãos" é uma história que venho me dedicando desde 2004 e ainda não terminei.

Isso porque parei para fazer as revisões e pensar nos encaixes das histórias que irão compor a grande história dO Novo Reinado. Mas em todos os momentos em que pensava na trama, uma música me vinha em mente e que fala exatamente o que a personagem principal, Natália, sente.

Talvez vocês não consigam entender nada lendo a letra. Até porque eu trouxe informações mínimas sobre "Minha Vida em Tuas Mãos" aqui no fórum. Mas quem terminar de ler a história e depois de deparar com a letra dessa música vai ver que tem tudo a ver.

Segue então:

 

Vou te amar pra sempre (Greyce/Silvio Richetto)

Nada, nada vai apagar/ O quanto eu chorei/ Sofrendo por te deixar./ Nunca, nunca me perdoei/ A saudade que eu me causei/ Na distância do teu olhar ° Eu tento esquecer você/ Eu tento e a dor vem me lembrar ° Que a vida separou, levou você de mim/ Eu não pude nem tentar/ Eu sonhei te amar pra sempre/ Mas o amor não morre fácil, não acaba assim/ E eu prefiro acreditar/ Que esse sonho não chegou ao fim ° Nada, nada vai afastar/ A lembrança que eu guardei/ E a esperança de poder voltar/ Nunca, nunca me conformei/ Na verdade eu só me calei/ Eu não tive forças pra lutar º Eu tento esquecer você/ Eu tento e a dor vem me lembrar ° Que a vida separou, levou você de mim/ Eu não pude nem tentar/ Eu sonhei te amar pra sempre/ Mas o amor não morre fácil, não acaba assim/ E eu prefiro acreditar/ Que esse sonho não chegou ao fim.

Escrito por Juliano Reinert às 16h52
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02/03/2008


Considerações de um "escritor'(?)'"

 Hoje não tenho muito a falar sobre as histórias. Nem tenho idéia do que escrever. Não posso falar muito pra vocês pra não estragar com as surpresas. Mas vou compartilhar alguns pensamentos em relação aos escritos, que acredito que são interessantes.Nessa semana eu conversava com uma colega minha de faculdade sobre J.K Rowling, a autora da série Harry Potter. Eu dizia que ela provavelmente sentiu muito pesar em parar de escrever sobre um personagem o qual pensou e modelou durante mais de uma década. Essa minha colega não discordou, mas lembrou o fato de "ter sido um alívio pra ela", afinal, Rowling já sabia onde queria chegar e concluir foi como dar um novo suspiro e dizer: "Pronto, cheguei aonde queria e passei tudo o que tinha imaginado".Eu não discordei. Também penso assim. Tá, mais... Juliano: o que tem a Rowling a ver contigo? Eu explico: foi nesse momento que eu me dei conta de algumas coisas e fiquei me perguntando se elas são comuns com todos os autores: todos têm uma história definida na cabeça? Será que todos pensam da mesma forma? Porque comigo é assim, eu já tenho muito das coisas na minha cabeça e é essa a "ligação" digamos assim, que tenho com a história de Rowling.

 Falar de ligação com Rowling é demais, né? Até mesmo porque eu sou um nada, nem conhecido e nem meu blog desperta interesse, mas enfim... deixando as churumelas de lado, eu quero dizer que a minha maior ansiedade é concluir tudo. Eu não vejo a hora de contar pra vocês os segredos, os mistérios e toda a vida de todos esses indivíduos que estou criando e imaginando. Ao mesmo tempo me vem a lembrança de que eu não pretendo parar e com isso sempre terei coisas novas a revelar. Mesmo antes de começar (não, eu não comecei a escrever ainda. Estou revisando num momento as histórias que já escrevi) eu já sinto um amor muito grande por Tedawer Lorcb. Faz parte de mim e por mais que alguém fale que isso não leva a nada, eu não vou parar.Alguém outro dia me disse os atributos que um bom escritor deve ter. E falou meio que questionando minha capacidade. Eu respondi: "Pode ser que eu não tenha nenhuma dessas características, mas eu tenho uma coisa que, para mim é a mais importante: gosto de contar histórias." Ora, se eu gosto de contar histórias e tenho boas histórias, a imaginação vai me levar e seja o que Deus quiser. Se pelo menos eu gostar, vou me sentir profundamente realizado.Por fim, queria dizer que é um prazer escrever para vocês lerem. E fico muito feliz quando o que eu escrevo os agrada. Mas a maior felicidade vem em saber que eu escrevi algo que eu gosto e mais alguém além de mim se interessou. É muito gratificante e muito bom ter vocês aqui, com paciência suficiente para lerem as baboseiras que eu escrevo.

Comentem aí e não deixem de visitar "O Andarilho de TL".

Escrito por Juliano Reinert às 16h45
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24/02/2008


A ordem cronológica

Decidi não falar mais de Em Busca do Reinado. Se eu contar mais, falarei muito e então, resolvi postar a ordem cronológica das coisas. Lembram-se que eu disse que estava pondo minhas histórias em ordem de tempo? Então, aqui vou explicar tudo.

 

Bem, como vocês já devem ter reparado (ou não), em cada uma das minhas histórias um personagem final (que sobrevive ou de quem eu falo até o final) vai parar em Tedawer Lorcb e Bruno, personagem dA 3ª Guerra Mundial é o protagonista de Em Busca do Reinado e vai parar em TL por motivos únicos.

Na verdade, durante todos os acontecimentos compreendidos no tempo que vou colocar aqui, várias pessoas no mundo inteiro são transportadas misteriosamente à TL e isso é algo que ninguém consegue entender. Porquê esse desequilíbrio? Tudo isso tem resposta, mas não sei quando vou dizer a vocês. O que posso revelar são o tempo dos acontecimentos até Em Busca do Reinado:

 

Ano 0: Início da Era Cristã

706: Maldição à Ewenrer. Ela se desgarra do tempo e do espaço e passa a existir em outra "dimensão"

1999: Primeiro brasileiro a atravessar o portal para TL (Quando a Vida não Perdoa)

2017: Travessia do segundo brasileiro a TL (Minha Vida em Tuas Mãos)

2021: Descoberta do Asteróide (O Perigo vem do Céu)

2030: A 3ª Guerra Mundial

2036: Fim da Terceira Guerra

 

É isso aí que posso contar. Na verdade nem com a linha de tempo vocês vão conseguir entender a ligação entre as histórias, até mesmo porque tem muita coisa que eu não posso contar. Mas pelo menos todos já estão conseguindo se localizar melhor e isso é muito importante.

Por hora era isso. Dúvidas, críticas, sugestões(?)... comentem...

Escrito por Juliano Reinert às 14h47
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17/02/2008


Em Busca do Reinado II

Após alguns longos anos, um homem chamado Guglielmo assumiu o trono de Tedawer Lorcb. Um ano depois de ter se tornado rei, casou-se com Nalda. Muitos anos se passaram tentando gerar um herdeiro, mas Nalda não conseguia conceber.

Guglielmo já estava ficando desanimado, tinha medo de morrer e não deixar herdeiro para o trono. Desconfiava seriamente que sua mulher era estéreo e então, depois de 36 anos de reinado, foi ter com sua escrava e dela nasceu um filho: Uniel.

Nalda ficou muito sentida, mas era submissa ao seu marido e fingiu que nada acontecera. Dois anos depois ela concebeu e daí nasceu Drudérem.

Guglielmo morreu 19 anos depois do nascimento de seu segundo filho, mas não definiu herdeiro. Parte do povo partiu do princípio das leis do Reino: o primogênito deveria assumir o trono. Mas outros achavam que Uniel não era digno por não ser filho legítimo da família Real. Começou então a grande guerra que a cada encontro se travava nas ruas e campos de TL. Os Unielios contra os Drudéreos numa briga sem fim pelo trono vazio e abandonado na Fortaleza de Dézulus.

 

Esse seria o conflito de Em Busca do Reinado, mas para dirimir as questões conflitantes, um mago deveria procurar pela lendária espada Álamo. Ela guardava a sabedoria das decisões dos tempos antigos atribuídas aos magos, os quais nunca tinham sido vistos, mas era a única maneira conhecida de decidir quem ficaria com o trono.

Porém, muitos fatos faziam as pessoas desacreditarem nessa lenda da espada: o primeiro era o fato de ninguém acreditar na existência de magos, pois eles nunca tinham sido vistos. O segundo era da impossibilidade de se fazer isso. Se somente um mago poderia buscar a espada, então ela nunca seria encontrada, pois ninguém conhecia nenhum desse seres.

 

Mas aí aparece Bruno com uma misteriosa jóia no pescoço. Pronto! Agora confundi tudo... e daí você me pergunta: "Que jóia é essa se você nunca falou de jóias? E o que que tem a ver esse tal de Bruno?" Bem, nem falarei pra dizer a verdade. E quem seria Bruno? Ele foi o fruto da relação dos casal que se conheceu em plenA 3ª Guerra Mundial, ficou órfão e foi parar em TL somente com uma jóia, mas precisamente um diamante deixado por sua mãe.

 

Será que eu conto mais? Não! Hoje não. Talvez no domingo que vem. Até lá, comentem, perguntem aqui ou visitem esse blog também. Valeu, galera!

 

Escrito por Juliano Reinert às 12h44
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10/02/2008


Em Busca do Reinado

Enfim, chegamos a Tedawer Lorcb. A partir daqui tudo é fantasia, aventura e surpresas. Os personagens finais de cada história se reencontram e juntos começam a viver num mundo paralelo ao nosso, o qual sofreu uma maldição e se desgarrou do tempo e do espaço da Terra. Os anos em TL têm um tempo diferente em relação à Terra, o ecossistema é muito estranho e diversos segredos estão escondidos nas terras sombrias e em lugares jamais explorados.

 

Não entenderam nada ainda? Bem, se eu falar muita coisa de Em Busca do Reinado estarei revelando o fim dessa e de todas as histórias em que ele passa. O que posso falar é sobre esse lugar:

Como disse, TL é um lugar que ficou perdido no tempo e no espaço a partir do ano de 706 d.C, após uma maldição lançada por um dos dois únicos seres mágicos existentes na Terra. O que eram eles e o que eles faziam não se cabe explicar aqui, mas o que posso dizer é que os dois morreram. Em contrapartida essa maldição trouxe a esse povo muito mais horrores do que simplesmente se desgarrar dimensionalmente no espaço. As terras da localidade foram cercadas de trevas e somente o país, outrora chamado de Ewenrer, brilhava à luz. O mar e as terras visinhas só eram trazidas à claridão se alguém as explorasse. Uma tarefa nada fácil tendo em conta que seres estranhos foram descobertos em suas florestas e montanhas. Os rios mudaram de curso, o relevo sofreu alterações inexplicáveis em pouco tempo e logo aquele país isolado do mundo já não era mais o mesmo.

 

Foi necessário, portanto, que se organizassem as coisas. O povo estava crescendo, o país precisava crescer e alguém tinha que governar. Foi então que começaram a linhagem dos reis em TL e foi justamente por uma interrupção nessa linhagem que as coisas estavam dando errado nesse estranho país.

Falei, falei e não disse nada do que vai se contar em Em Busca do Reinado, mas pelo menos vocês estão um pouco mais a par do enredo, digamos assim. Só o que eu posso dizer, além do que já disse até agora, é que nada do que falei aqui vai ser contado em detalhes no Em Busca do Reinado. Haverão outras oportunidades de relatá-las, afinal, como eu disse em algum outro post, quero passar minha vida escrevendo sobre esse local que já existe em minha mente.

Outra coisa é que, só muito tempo depois de começar a linhagem dos reis é que vai chegar a era de Em Busca do Reinado. O tema dessa história, porém, só domingo que vem! (Trocadilho legal!:)), até lá, comentem e perguntem! Na medida do possível, não quero deixar lacunas no entendimento da história... O comentário é todo de vocês! 

 

E não deixem de passar em http://www.oandarilhodetl.blogspot.com

Escrito por Juliano Reinert às 16h47
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