Continuação...
Meses depois, um relato parecido foi ouvido em Southampton, na Inglaterra. Dessa vez, uma menina de 15 anos desapareceu. Os pais se mataram depois de contar para muita gente que a menina entrou no caule de uma grande árvore. Todos, unanimemente os consideraram loucos. Pensaram em linchá-los, mas quando chegaram na casa do casal, eles estavam mortos com facas na mão. Tinham se suicidado, provavelmente por sofrimento de perder a filha. Ou arrependimento por tê-la matado? Ou quem sabe por serem loucos mesmo? Misteriosamente, o corpo da menina também nunca foi encontrado.
Anos mais tarde, em 1998, em Albuquerque, nos Estados Unidos, houve o registro de um desaparecimento. Um garoto de 18 anos atravessou uma vidraça e não apareceu do outro lado. O vidro não quebrou. Alguns nem viram nada. O relato só veio à tona quando os pais do rapaz começaram a procurá-lo. Fotos foram espalhadas pela cidade e algumas pessoas confessaram que reconheciam o garoto. Quem disse isso, muitos deles, relataram para os pais o desaparecimento. Quem contou essa história teve que pagar um processo desconfortável pois os pais que se sentiram moralmente abalados por gente que não entendia seu sofrimento e ficavam inventando histórias.
Naquele ano, 45 desaparecimentos com as mesmas características aconteceram nos EUA. Vinte e oito pais sentiram falta dos filhos no Reino Unido. Dezenove no Japão. Quatorze na Argentina. Os casos estavam sendo abafados, ninguém sabia dar explicações.
O que pensar, então? Acreditar nesses policiais? Não é possível que tantas pessoas tenham relatos parecidos em diferentes lugares do mundo! Mas dizer o que é, também não se sabe. John não parecia louco! Até onde se sabe, ele era um excelente pai para seu filho único. Amava-o demais. Sua esposa, falecida, sempre elogiava o marido. Dizia que Deus tinha feito ele e jogado a forma fora, pois era um homem muito atencioso, gentil, criativo e educado. Isso é o mais intrigante. Porque a loucura repentina?
Em 1999, mais desaparecimentos. Dessa vez na Rússia, Alemanha, Itália, França, Angola, Nova Zelândia e no Canadá. As características eram as mesmas das histórias de três anos atrás.
Nesse mesmo ano, algo assim aconteceu no Brasil. O sumisso foi sentido em 1999, mas as investigações levam a crer que há alguns anos o destino, ou sabe-se lá o quê, vinha preparando tudo isso.
Sobre o novo reinado
O que tudo isso tem a ver com o novo reinado e a libertação que foram faladas lá em cima, no início do texto? Pois bem. Um homem chamado Osnegrion, um velho escritor que mora na Itália, nascido no México e crescido na Grécia guarda livros de folhas antigas e amareladas, corroídas pelo tempo e com aparência muito antiga. Nesses livros encontram-se profecias, entre as quais falam da 3ª era da Terra e a conquista do novo reinado. Nada é muito claro. Quem conhece o velho Osnegrion julga que ele é muito influenciado pelas culturas dos lugares em que viveu e escreve coisas fantasiosas guardando-as por muito tempo. Para convencer de que é verdade ele guarda tudo numa gaveta cheia de grilos que envelhecem o papel. Não se sabe o que é verdade e o que não é em toda essa história. O conhecimento da profecia e se ela tem a ver com tudo o que tem acontecido de fantástico no mundo também não está, no momento ao alcance. Mas na hora certa saberemos, na hora que Osnegrion quiser revelar sua identidade.




Leia este blog no seu celular